Desde os primórdios da sociedade, acontece da mesma forma:
Um garoto conhece um garota.
Cria-se afinidade, rola um clima, bate a química, há interesse (ou como queira chamar);
E então eles se beijam.
Do beijo, vêm muitas coisas. Uma sucessão de telefonemas, econtros casuais na padaria (que um dos dois nunca frenquentou antes), encontros marcados na sorveteria, no cinema ou num barzinho.
Desses encontros, surge a convivencia assidua, a saudade quando o outro não vem e por fim, há que se render à condição de apaixonado.
Os apaixonados, que só são classificados como tal, ao persistirem os sintomas de euforia, entusiasmo, taquicardia, sonhos bobos e sorriso largos, ao estar perto de alguém, acabam por namorar, esse alguém.
Normal, todo mundo sabe disso, não falei nenhuma novidade. Mas, eu queria avisar que a personagem principal dessa história, não é como todas pessoas da sociedade.
Portanto, se você espera ler aqui uma história de amor, ou paixão que acaba em namoro como no esquema descrito acima, pode parar por aqui. Seja feliz daqui pra frente, e olhe pros dois lados ao atravessar a rua.
Pra você que ainda insistiu em permanecer por aqui, aviso que as imagens e situações aqui descritas serão bastante fortes, chocantes e difíceis de acreditar.
Essa é a história de alguém que já não sabe mais se acredita em amor, mas busca incansavelmente por uma razão para não perder as esperanças. Só parece que nunca irá encontrá-la.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
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É. Acho que vou me sentir bem em casa por aqui.
ResponderExcluirEntendo... e me sinto bem em saber que mais alguém pensa como eu.
ResponderExcluirSim, tenho dúvidas. Tenho medo. Me protejo. Mas, no fundo, acho que não deixo de acreditar.